As regras para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) passaram por mudanças na avaliação dos candidatos. As alterações incluem novos critérios para a prova prática, enquanto o exame teórico mantém 30 questões de múltipla escolha, com exigência mínima de 20 acertos para aprovação.
 
Em Rondônia, as novas regras para o exame prático começaram a valer em fevereiro de 2026, conforme a implementação pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO).
 
Prova prática tem limite de 10 pontos
 
A avaliação prática passou a considerar a pontuação correspondente às infrações cometidas durante o percurso. Cada falha recebe uma pontuação conforme sua gravidade:
  • Infração leve: 1 ponto.
  • Infração média: 2 pontos.
  • Infração grave: 4 pontos.
  • Infração gravíssima: 6 pontos.
 
Para ser aprovado, o candidato pode acumular até 10 pontos. Quem ultrapassar esse limite é reprovado. A avaliação também considera a condução segura e o cumprimento das regras de trânsito.
 
Baliza deixou de ser etapa isolada obrigatória
 
Outra mudança está relacionada à baliza. A manobra deixou de ser uma etapa isolada obrigatória do exame, e o estacionamento passou a ser avaliado conforme os critérios aplicáveis à condução do veículo.
 
Isso não significa que o candidato esteja dispensado de demonstrar habilidade para estacionar. O domínio do veículo e a segurança durante as manobras continuam sendo aspectos importantes da avaliação.
 
Como funciona a prova teórica?
 
O exame teórico tem 30 questões de múltipla escolha. Para alcançar a aprovação, o candidato precisa acertar pelo menos 20 perguntas.
 
O conteúdo envolve conhecimentos sobre legislação de trânsito, sinalização, direção defensiva, primeiros socorros e outros temas relacionados à formação de condutores.
 
O que acontece em caso de reprovação?
 
Quem não atingir a pontuação necessária pode realizar uma nova tentativa, seguindo os procedimentos de agendamento do órgão de trânsito responsável. As condições para refazer o exame devem ser consultadas junto ao Detran de cada estado.
 
As mudanças alteram os critérios de avaliação, mas o objetivo continua sendo verificar se o futuro motorista possui os conhecimentos e as habilidades necessários para conduzir com segurança.