O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que apresentou falha durante voo com o vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros a bordo é um Embraer ERJ-145, versão adaptada pela frota oficial para transporte de autoridades do governo federal.
Com capacidade para cerca de 50 passageiros, o jato é utilizado pela Esquadrilha de Transporte Especial (GTE), responsável por voos presidenciais e de altas autoridades. Projetado pela Embraer, o ERJ-145 é conhecido por sua confiabilidade e já foi amplamente usado por companhias aéreas regionais no Brasil e no exterior.
🔎 Principais características do ERJ-145 da FAB
- Origem: produzido pela Embraer, fabricante brasileira com reconhecimento mundial
- Capacidade: até 50 passageiros, mas na FAB é configurado para autoridades e equipe
- Alcance: cerca de 3.000 km, ideal para viagens regionais e internacionais de curta/média distância
- Motores: dois turbofans Rolls-Royce AE 3007, que garantem velocidade de cruzeiro de 833 km/h
- Versatilidade: utilizado tanto em missões militares quanto no transporte de comitivas oficiais
Segundo a FAB, apesar da falha identificada, a aeronave ainda tinha condições de seguir viagem. No entanto, por precaução, foi decidido que Alckmin e sua equipe aguardariam em solo colombiano até a chegada de outro avião enviado de Brasília.
O episódio evidencia a importância da frota do GTE, que conta também com modelos Embraer Legacy 600 e Airbus A319 adaptados, garantindo flexibilidade para diferentes tipos de missões.