Equipamento exige projeto específico para cada caçamba e não está disponível para todas as caminhonetes
As capotas elétricas se tornaram um dos acessórios mais desejados entre os donos de picapes no Brasil. Além do visual mais sofisticado, o equipamento oferece praticidade ao permitir a abertura e o fechamento da caçamba por meio de acionamento elétrico.
Apesar da popularidade crescente, o acessório não pode ser instalado em qualquer modelo de picape sem adaptações específicas.
Projeto varia conforme a picape
Segundo especialistas do setor, cada caminhonete exige um projeto estrutural próprio para receber uma capota elétrica, principalmente por conta das diferenças de dimensões, encaixes e acabamento das caçambas.
Isso significa que a compatibilidade depende diretamente do modelo do veículo.
Em muitos casos, a instalação requer desenvolvimento exclusivo de peças e suportes para garantir vedação, funcionamento correto e segurança do sistema.
Nem todas recebem item de fábrica
Hoje, poucas fabricantes oferecem capota elétrica como item original de fábrica ou acessório homologado.
A Fiat, por exemplo, disponibiliza o equipamento para modelos como Toro e Titano, mas não oferece a opção para a Strada.
Já a Volkswagen não possui o acessório disponível no configurador para Amarok ou Saveiro.
Mercado de acessórios entra em cena
Quando o fabricante não disponibiliza o equipamento, a alternativa costuma ser recorrer a empresas especializadas em acessórios automotivos.
Mesmo assim, nem sempre existe uma solução pronta no mercado.
De acordo com profissionais do segmento, a instalação de capotas rígidas elétricas depende da compatibilidade estrutural de cada picape, exigindo desenvolvimento individual para determinados modelos.
Item virou tendência no segmento
Além da praticidade, as capotas elétricas também ganharam espaço pelo apelo visual e pela maior proteção da carga transportada.
O acessório se tornou comum principalmente em picapes médias e premium, onde os consumidores buscam mais tecnologia, conforto e personalização.
Com o crescimento do segmento de caminhonetes no Brasil, a tendência é que mais fabricantes passem a oferecer soluções integradas diretamente nas concessionárias nos próximos anos.