A BR-364 foi a via com mais sinistros de trânsito registrados em Porto Velho entre janeiro e agosto de 2026. Os dados preliminares do painel estatístico do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO) apontam 1.471 ocorrências na rodovia durante o período analisado.
 
Na sequência aparece a BR-319, com 285 registros, seguida pela avenida Tancredo Neves, com 228, e pela avenida Calama, com 220. A relação também inclui vias urbanas movimentadas, como Guaporé, Rio de Janeiro, Sete de Setembro e Juscelino Kubitschek.
 
Veja as vias com mais sinistros registrados
 
Segundo os números apresentados no painel, as vias com maiores quantidades de registros são:
  1. BR-364 — 1.471
  2. BR-319 — 285
  3. Avenida Tancredo Neves — 228
  4. Avenida Calama — 220
  5. Avenida Guaporé — 218
  6. Rua Rio de Janeiro — 208
  7. Avenida Sete de Setembro — 192
  8. Avenida Juscelino Kubitschek — 182
  9. Avenida Rio Madeira — 170
  10. Avenida Amazonas — 160
 
Também aparecem na lista as avenidas Brasil e Marechal Rondon, ambas com 158 registros, além da avenida Jorge Teixeira, com 125, e da avenida Jatuarana, com 123.
 
Porto Velho teve mais de 4 mil ocorrências no período
 
No total, Porto Velho registrou 4.058 sinistros de trânsito entre janeiro e agosto de 2026. No mesmo período de 2025, foram 4.053 ocorrências, uma diferença de cinco registros, equivalente a uma alta de aproximadamente 0,1%.
 
O painel indica ainda que 98,2% dos sinistros registrados em 2026 estavam georreferenciados, ou seja, tinham localização identificada.
 
Na comparação mensal, agosto apresentou o maior número de ocorrências em 2026, com 585 registros. Junho também teve um volume elevado, com 546. Já julho contabilizou 497 sinistros, uma redução de 12% em relação ao mesmo mês de 2025.
 
Os números ajudam a identificar onde há maior concentração de ocorrências, mas não significam, isoladamente, que uma via seja necessariamente mais perigosa que outra. Para avaliar o risco, também é necessário considerar fatores como fluxo de veículos, extensão da via, gravidade dos casos e quantidade de pessoas envolvidas.
 
Os dados são preliminares e correspondem ao período de janeiro a agosto de 2026.