A Fiat apresentou no Salão de Paris os novos Grizzly e Grizzly Fastback, modelos que marcam uma nova fase da marca no segmento de SUVs compactos. A dupla foi desenvolvida para ampliar o espaço interno e a versatilidade sem abrir mão de dimensões contidas, e antecipa a próxima geração dos atuais Pulse e Fastback no mercado brasileiro.
Na Europa, as vendas estão previstas para começar em 5 de janeiro de 2027, com as primeiras entregas programadas para fevereiro. O preço inicial anunciado é de 20 mil euros, valor equivalente a aproximadamente R$ 120 mil em conversão direta, sem considerar impostos e diferenças de mercado.
Visual e espaço interno
O Grizzly Fastback aposta em uma carroceria com perfil de SUV cupê, teto descendente e traseira alongada. O modelo mede 4,49 metros de comprimento e oferece porta-malas com capacidade de até 608 litros.
Já o Grizzly convencional tem carroceria mais verticalizada, com 4,39 metros de comprimento e porta-malas de 545 litros. Os dois compartilham a mesma plataforma e buscam oferecer bom aproveitamento interno em veículos com menos de 4,50 metros.
Motores a combustão, híbrido e elétrico
A linha europeia contará com diferentes opções de motorização. Entre elas está o motor 1.2 turbo a gasolina de 100 cv, associado ao câmbio manual, além de uma configuração híbrida leve de 145 cv com transmissão automática de dupla embreagem.
A gama também terá uma versão totalmente elétrica, com autonomia anunciada de até 400 quilômetros. Mais detalhes sobre as configurações e os equipamentos serão divulgados conforme a abertura das vendas.
O que esperar para o Brasil
Os novos SUVs antecipam a renovação dos Fiat Pulse e Fastback no mercado brasileiro. Para o país, a expectativa é que os modelos cheguem a partir de 2027, mas a fabricante ainda não confirmou oficialmente o calendário nacional.
A configuração brasileira deverá utilizar motores da família GSE, incluindo o 1.0 turbo com sistema híbrido leve e o 1.3 turbo, conforme informações divulgadas pela imprensa especializada. Os dados definitivos de potência, equipamentos, preços e versões para o Brasil ainda dependem de confirmação da Fiat.