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Caminhoneiros decidem adiar greve após pressão do diesel e medidas do governo

Categoria recuou da paralisação prevista e mantém cobrança por ações contra a alta do combustível

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Caminhoneiros decidem adiar greve após pressão do diesel e medidas do governo

Foto de Divulgação / Crédito: Luis Andreoli

Business

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Representantes dos caminhoneiros decidiram adiar a greve que vinha sendo discutida como forma de protesto contra o aumento no preço do óleo diesel.
 
A decisão foi tomada após reunião realizada nesta quinta-feira (19), em Santos (SP), com a participação de lideranças da categoria, motoristas autônomos e integrantes da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores.
 
A principal reclamação do setor é a alta acumulada do diesel, que subiu quase 19% desde o fim de fevereiro, pressionando os custos do transporte rodoviário.
 
Segundo os caminhoneiros, a volatilidade do mercado internacional de petróleo, influenciada por conflitos no exterior, tornou o frete inviável para parte da categoria.
 
GOVERNO TENTOU EVITAR PARALISAÇÃO
 
Para evitar uma nova greve nacional, como a registrada em 2018, o governo federal anunciou medidas voltadas ao setor.
 
Entre elas estão o reforço na fiscalização de postos e distribuidoras, com foco em possíveis preços abusivos, além da isenção de tributos federais como PIS/Cofins sobre o diesel.
 
O governo também informou que iniciou tratativas com estados para discutir a redução do ICMS sobre o combustível.
 
CATEGORIA SEGUE EM ALERTA
 
Apesar do adiamento da greve, o movimento mostra que a insatisfação dos caminhoneiros continua.
 
A categoria mantém a cobrança por medidas mais efetivas para reduzir o impacto do diesel no custo do frete e evitar prejuízos aos transportadores.

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