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Agente socioeducativo é preso ao dirigir viatura embriagado em Porto Velho

Servidor da Fease pagou fiança de R$ 1,5 mil e foi liberado após teste confirmar embriaguez

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Agente socioeducativo é preso ao dirigir viatura embriagado em Porto Velho

Foto: Ilustrativa - Arquivo Fease / Secom - Governo de Rondônia / Crédito: Luis Andreoli

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Um agente socioeducativo foi preso em flagrante em janeiro deste ano por dirigir sob efeito de álcool em Porto Velho (RO). O servidor conduzia uma viatura oficial da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fease) e estava fardado no momento da abordagem.
 
De acordo com o Boletim de Ocorrência, o flagrante aconteceu por volta das 23h58, durante fiscalização da Operação Lei Seca na Avenida José Vieira Caúla, no bairro Igarapé, zona Leste da capital.
 
Durante a abordagem, agentes do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), com apoio da Polícia Militar e da Polícia Civil, identificaram sinais de embriaguez no condutor do veículo oficial, um Toyota Corolla.
 
O motorista aceitou realizar o teste do bafômetro, que apontou 0,70 mg/L de álcool por litro de ar expelido, valor bem acima do limite permitido pela legislação, que é de até 0,04 mg/L, configurando o crime de trânsito.
 
Durante o registro da ocorrência, o agente chegou a informar que havia uma arma de fogo dentro da viatura. No entanto, após buscas realizadas por uma equipe da Polícia Militar, nenhum armamento foi localizado no veículo.
 
PRISÃO E INVESTIGAÇÃO
 
O servidor foi conduzido ao Departamento de Flagrantes (Deflag), onde optou por permanecer em silêncio durante o interrogatório e recusou o exame de corpo de delito.
 
A Polícia Civil arbitrou fiança no valor de R$ 1.500, que foi paga em dinheiro. Após o pagamento, ele foi liberado e responderá ao processo em liberdade.
 
Além do crime de trânsito, o caso também pode gerar desdobramentos administrativos. O delegado responsável determinou o envio de cópias do processo à Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) e à Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fease) para apuração de possível infração disciplinar. Uma cópia também foi encaminhada à Polícia Federal.
 
OUTRO LADO
 
A reportagem procurou a Fease e a Sejus por e-mail, mas não houve resposta até a publicação desta matéria.
 
O servidor também foi contatado. Afastado e respondendo a processo administrativo disciplinar, ele afirmou: “Foi um deslize. Minha vida virou um inferno depois disso”.

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